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Justiça e Segurança

Organização criminosa usava postos e distribuidoras para lavar dinheiro e fraudar impostos

Foram cumpridos 43 mandados de busca e 14 de prisão em quatro estados; grupo é investigado por lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e fraude fiscal.

Publicada em 28/08/2025 às 08:00h | Foz ao Vivo 

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Organização criminosa usava postos e distribuidoras para lavar dinheiro e fraudar impostos
 (Foto: RF)


A Receita Federal e a Polícia Federal no Paraná realizaram buscas autorizadas pela Justiça nos estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, dentro da Operação TANK, que investiga lavagem de dinheiro do crime organizado, contrabando de produtos químicos e sonegação fiscal em uma rede de postos e distribuidoras de combustíveis. Foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva. 

No Paraná, as investigações tiveram início em 2023 quando um homem já condenado por tráfico internacional e sua esposa começaram a ostentar bens de luxo em um condomínio de alto padrão em Pinhais/ PR, sem a existência de receitas correspondentes. O casal teria se associado a outros membros em uma empresa de produtos químicos e em uma distribuidora de petróleo com sede administrativa em Pinhais/ PR e com sede operacional em Paulínia/SP. O grupo, então, utilizou-se de empresas como postos de combustíveis, distribuidoras e instituições de pagamento para lavagem de dinheiro (através de "contas-bolsão"), adulteração de combustíveis e fraudes em quantidades vendidas (“bomba-baixa”). O grupo contava com 46 postos de combustíveis na região de Curitiba/PR.

No total, o grupo criminoso ocultou e dissimulou a origem ilícita de quase R$600 milhões em depósitos em espécie, fracionados e não identificados, boa parte disfarçada de adiantamentos de clientes. Além destes depósitos não identificados, há ao menos 121 empresas que depositaram em torno de R$1,4 bilhões nas contas da distribuidora sem justificativa conhecida e sem documentação que desse lastro às transações. Estima-se que a movimentação total feita por empresas utilizadas pelo grupo supera R$20 bilhões. 

Estima-se que o grupo criminoso seja responsável por dívidas tributárias junto à Receita Federal já inscritas em dívida ativa que totalizam mais de R$1,6 bilhões, incluindo autuações por sonegação fiscal e por fraude em importações.

Fonte: CS/RF/PR




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